"GG" cumprirá pena por crimes como homicídio, sequestro, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e organização criminosa
Hélio Ricardo Cardoso Filho, o “GG”, considerado pela polícia brasileira como um dos principais líderes do PGC (Primeiro Grupo Catarinense), foi preso no último sábado (31/1), escondido em um bunker fortemente armado, em Ponta Porã, na fronteira com o Paraguai.
O criminoso será transferido para o estado de Santa Catarina, onde cumprirá pena por crimes como homicídio, sequestro, porte ilegal de arma de fogo de uso restrito e organização criminosa.
De acordo com o divulgado pelo Jornal A Razão, do referido estado, a prisão foi resultado de uma operação de inteligência coordenada pelo Bope (Batalhão de Operações Policiais Especiais) da PM (Polícia Militar) de SC, com apoio da PF (Polícia Federal) e da Deic (Divisão Especial de Investigação Criminal) da PC (Polícia Civil)
Hélio é apontado como integrante do chamado “segundo ministério” do Primeiro Grupo Catarinense, estrutura responsável pelo comando estratégico da facção. Dentro do grupo, “GG” exercia papel de liderança mesmo estando foragido, sendo responsável por ordenar execuções, sequestros e ações violentas relacionadas à disputa interna e atuação criminosa no estado localizado no sul do país.
Entre os crimes atribuídos ao investigado está a morte de quatro homens, naturais de Minas Gerais e São Paulo, que teriam sido sequestrados, torturados e executados em território catarinense. O caso é tratado pelas autoridades como uma das chacinas mais violentas registradas no estado nos últimos anos. “GG” também é investigado por autorizar outros homicídios ligados à facção.